GEOVANNA
Lidando com falta de profissionalismo no trabalho
Geovanna, uma mulher de 29 anos, trabalha como recepcionista em uma clínica odontológica. Sempre foi simpática, comunicativa e atenciosa com os pacientes. Gosta de interagir com as pessoas e manter um ambiente agradável. No entanto, nos últimos meses, começou a ter pequenos comportamentos em sua rotina estavam revelando uma postura profissional abaixo do que poderia oferecer.
No início, eram atitudes sutis que ela mesma não enxergava como problemáticas. Pequenos atrasos que considerava “normais”, uso frequente do celular durante o expediente e respostas rápidas demais aos pacientes, sem a devida atenção aos detalhes. Geovanna acreditava que, por cumprir suas tarefas principais, esses aspectos não comprometeriam sua imagem.
Com o tempo, porém, algumas situações começaram a evidenciar falhas mais profundas em sua postura. Esquecia de confirmar horários corretamente, deixava recados incompletos e, em momentos de maior movimento, demonstrava impaciência. Não era falta de capacidade, mas uma visão profissional limitada — fazia apenas o suficiente, sem buscar excelência ou aprimoramento.
A postura também se refletia na organização. Sua mesa acumulava papéis desnecessários, informações ficavam dispersas e pequenos erros administrativos se tornaram recorrentes. Embora nada fosse grave isoladamente, o conjunto desses detalhes transmitia desleixo e falta de comprometimento com padrões mais elevados.
Em determinados momentos, Geovanna percebia olhares de correção da supervisão e comentários sutis sobre a necessidade de mais atenção. Isso começou a incomodá-la. Internamente, passou a questionar se estava realmente exercendo seu papel com maturidade ou apenas ocupando uma função de forma automática.
O impacto foi gradual. Ela começou a sentir insegurança sobre sua própria imagem profissional e percebeu que sua postura poderia limitar futuras oportunidades de crescimento. A falta de profissionalismo não estava em grandes falhas, mas em pequenos hábitos diários que revelavam uma visão superficial sobre responsabilidade, excelência e disciplina.
A experiência de Geovanna é mais comum do que parece. Muitas vezes, a falta de profissionalismo não se manifesta em erros graves, mas em detalhes repetitivos que revelam uma postura pouco comprometida com evolução e qualidade.
No próximo conteúdo, você irá conhecer detalhes profundos sobre o que caracteriza uma postura verdadeiramente profissional — quais princípios a sustentam, como pequenas atitudes revelam grandes valores e como desenvolver uma visão mais madura e responsável no ambiente de trabalho.